Como está o seu planejamento para 2022?

Sendo um ano de recuperação do lockdown causado pela pandemia, 2021 possibilitou que as vendas e os comércios voltassem às suas atividades, mesmo que de forma reduzida. Com o avanço das vacinas e das diversas medidas que auxiliam a segurança pública, a tendência foi de uma retomada econômica em passos lentos.

Analisando essas mudanças no cenário mercadológico, é fácil compreender que a sua empresa precisa se preparar para acompanhar o ritmo que virá em 2022. Por isso, traremos algumas sugestões que podem cooperar nas suas vendas.

 

Vendas híbridas:

Como a pandemia “congelou” o tradicional atendimento físico/presencial, muitos comércios se adequaram para as vendas online. Se reinventar no modelo de entregas foi a grande saída para que muitas empresas não entrassem em colapso econômico. 

Mas, mesmo com a praticidade dos pedidos online, alguns segmentos alcançam uma maior efetividade nas vendas com a presença dos clientes no espaço físico. Por isso, uma boa forma de aproveitar a volta das atividades comerciais, sem expor demais a segurança do seu público, são as vendas híbridas.

Ofereça a praticidade das vendas à distância e a segurança de receber o cliente, para que ele(a) confira os seus produtos pessoalmente. 

 

Estoque adequado:

Outro fator que auxilia qualquer negócio a ficar preparado é o estoque, porém, é preciso analisar direito antes de armazenar o seu material.

Querendo ou não, sempre devemos estar “com um pé atrás” antes de tomar qualquer decisão, afinal, vimos como a pandemia da Covid-19 afetou o mercado em pouquíssimo tempo e prejudicando vários empreendedores.  Então, antes de alimentar o seu estoque, analise o seu número de vendas e compare com a quantidade de vezes que você contatou os seus fornecedores.

Dessa maneira, você terá um estoque grande o suficiente para suprir as suas demandas, sem se arriscar e ficar com o prejuízo caso alguma outra situação grave apareça e bloqueie as vendas novamente. 

 

Não deixe que os imprevistos te afetem:

Querendo ou não, a vinda da Covid-19 deixará sequelas em várias perspectivas que vivemos (desde a vida pessoal e o convívio com os outros, até no âmbito profissional). Contudo, isso nos possibilitou perceber que devemos estar sempre preparados para ocasiões atípicas.

Expandir o contato do seu comércio com o público, investir nos canais de venda e não se prender apenas a um método comercial permite que as suas vendas sejam feitas de diversas formas.

Analisar bem qualquer investimento e perceber o momento ideal em que ele deve ser feito também é outro fator que auxilia a evitar prejuízos e dívidas indesejadas.

 

E como você tem se preparado para 2022? Entre em contato com os nossos especialistas, faça a simulação online para a sua empresa ou solicite o seu crédito especial clicando aqui!

4 maneiras da sua empresa aproveitar essa Black Friday

Com a Black Friday se aproximando, é preciso preparar a sua empresa para colocar os planos em ação e ter o melhor proveito desse evento anual que movimenta, e muito, o mercado. Confira abaixo as 4 maneiras da sua empresa aproveitar essa Black Friday.

 

1 – Lance um novo produto:

Com os descontos e os valores baixos presentes por conta da Black Friday, essa ocasião é perfeita para lançar um novo produto na sua empresa. Seja uma proposta totalmente nova ou algo que complemente o segmento que você já oferece, estrear um produto nessa época aumenta a venda, a propagação e o conhecimento do público sobre as novidades da sua empresa. 

 

2 – Fidelizar público:

Oferecer um desconto que vale a pena sempre chama a atenção dos consumidores. E quando o foco estiver voltado para a sua empresa, essa é a hora de mostrar quem é a sua marca e os benefícios que você oferece.

 

Não mostre apenas os descontos da Black Friday. Evidencie a transparência, a qualidade e o compromisso que a sua marca possui durante o ano todo. Assim, na hora em que o consumidor busca um produto, a sua empresa será lembrada por ele(a).

 

3 – Queima de estoque:

Trabalhar com produtos que possuem um prazo de validade nunca é fácil, afinal, todos sentimos aquela pressão de ter que vender tudo antes que a data final chegue. E se a sua empresa precisa realizar uma queima de estoque, não poupe descontos e promoções na Black Friday.

Mas atenção, não deixe que a quantidade de descontos afete de maneira negativa o seu rendimento financeiro!

 

4 – Promoção em parceria:

Realizar uma promoção cooperativa também é uma ótima alternativa para aumentar as vendas e ter uma parceria sólida com outra empresa. Com a ideia certa na hora de pensar na promoção, as duas empresas “compartilham” o seu público, aumentando a movimentação de pessoas no PDV e criando estratégias que fomentem o consumo dos produtos das duas empresas.

 

E como você tem se preparado para esta Black Friday? Já está colocando os planos em ação? Se precisar de uma ajudinha financeira para aumentar as vendas nesse mês de Novembro, é só entrar em contato com a nossa equipe clicando aqui.

Esteja preparado quando for investir em uma franquia!

Pretende abrir um negócio próprio, mas não sabe por onde começar? Saiba que abrir uma franquia pode ser uma ótima opção! Se você é um novo empreendedor e está avaliando franquias como opção de negócio, então fique atento às dicas que listamos abaixo.

 

Analise o setor de atuação:

O primeiro passo é escolher o setor em que se quer atuar, mas para isso, você deve considerar o seu perfil de interesses e a região em que se encontra.

Então, analise os setores como os da alimentação, serviços educacionais, saúde, beleza e bem-estar, serviços automotivos e moda. Perceba, entre as opções que observou, quais são os setores que se destacam para fazer de um destes o seu futuro negócio.

 

E qual franquia eu devo escolher?

Após analisar tudo isso e com a escolha do setor feita, é hora de eleger a franquia. Aqui, alguns pontos devem ser considerados:

 Situação financeira: é preciso ter em mente que será necessário investir no negócio e, como qualquer outro, seu retorno não será imediato. Assim, contabilize seu capital próprio e pense nas possibilidades de crédito;

 

 

– Estude: entenda a marca, seu histórico e tudo que envolve seus fundadores e o mercado. Coloque no papel os valores envolvidos nesse processo, ou seja, investimento inicial, taxa de franquia e tempo de retorno;

– Converse: tenha um contato mais próximo possível com os franqueados, pergunte sobre suas impressões da rede, visite os estabelecimentos, conheça opiniões positivas e negativas, de quem já está no setor;

 

E o que é preciso para ser um franqueado?

Toda franqueadora possui alguns pré-requisitos para determinar se o possível franqueado da sua rede está apto a ser um investidor de sucesso. Por isso, listamos aqui as exigências mais comuns requeridas pela maioria das Franqueadoras, sendo elas:

  • Identificação e/ou experiência com o segmento escolhido;
  • Ter perfil de gestor e ser responsável pela qualidade do atendimento;
  • Capacidade de investimento com recursos próprios ou organização financeira para investimento com capital de terceiros;
  • Ter conhecimentos administrativos e na área de marketing.

 

Se você se identificou com o perfil de franqueado e precisa de ajuda para abrir  a sua franquia, o ISF te auxilia. Como seu guia financeiro ajudamos a encontrar a melhor solução para você. Para mais conteúdos como este, acesse o nosso blog clicando aqui!

Qual fluxo de caixa é o melhor para a sua empresa?

Possibilitando o acompanhamento das finanças, dos investimentos e dos rendimentos, o Fluxo de Caixa é fundamental para uma boa gestão em qualquer empresa. E você, sabia que existem diferentes tipos de fluxos de caixa? 

 

1- Fluxo de caixa direto:

Um dos mais usados no mercado, este fluxo considera a forma bruta das operações financeiras, ignorando qualquer tipo de desconto. As entradas e saídas são organizadas em categorias que condizem com as atividades da gestão.

O fluxo de caixa direto fornece informações constantes e necessita de um maior empenho da equipe de trabalho.  

 

2- Fluxo de caixa indireto:

Esse fluxo, diferente do anterior, é um método que explora o regime de competência para se certificar de todas as variações ocorridas no caixa em determinado período. O fluxo de caixa indireto acaba sendo mais indicado para analisar variações associadas ao desempenho econômico da organização que o utiliza.

 

3- Fluxo de caixa projetado:

O fluxo de caixa projetado não utiliza os valores que já foram acrescentados ou removidos do orçamento. Na verdade, o seu objetivo é prever receitas e gastos, sendo possível preparar o orçamento para pagar as despesas e garantir o respeito aos prazos.

 

4- Fluxo de caixa operacional:

Nesse fluxo, é realizado um levantamento dos gastos e das receitas operacionais, ou seja, todas as movimentações financeiras necessárias para o funcionamento da empresa, como a folha salarial e o abastecimento e manutenção do estoque.

Não se deve, por exemplo, contabilizar os investimentos nem o pagamento de impostos e taxas. Empresas em fase de crescimento podem utilizar o fluxo de caixa operacional, já que não existe grande variedade de informações e produtos.  

 

5- Fluxo de caixa livre:

O fluxo de caixa livre está relacionado ao saldo de caixa da empresa, à disposição depois de serem realizados todos os pagamentos obrigatórios. Ou seja, ele representa o dinheiro disponível após a quitação de todas as suas obrigações financeiras. 

 

Quer saber qual desses fluxos de caixa é melhor para a sua empresa? Entre em contato e converse com a nossa equipe. E se você quer saber mais sobre empréstimos, dicas, crédito orientado ou capital de giro, acesse mais artigos do nosso blog clicando aqui.

Como estão os seus canais de venda?

Sendo um dos principais fatores que trazem lucro para uma empresa, os canais de venda devem estar alinhados com a sua empresa e com os consumidores. Analisar bem os diferentes tipos de canais e a forma que cada um pode ser explorado faz total diferença, trazendo mais rendimento e até evitando gastos desnecessários.

 

Antes de tudo, analise o seu público:

Como as vendas dependem da vontade dos clientes em comprar, então, antes de tudo, é preciso entender quais canais são realmente relevantes para fazer a sua empresa e o que você oferece para os seus clientes.

Essa parte de pesquisa é realmente importante, afinal, é aqui que a sua empresa pode descartar canais que não trazem resultado (evitando o investimento sem retorno) ou limitar a porcentagem de investimento que cada canal terá.

 

Vendas pelo online:

Com a modernização e o aumento do número de pessoas conectadas, é indispensável o investimento para as vendas no meio online. A praticidade em realizar uma venda com alguns cliques e a quantidade de possíveis clientes que pode ser alcançada são os maiores fatores que tornam os canais de venda online um bom investimento.

 

Seu ponto de venda também faz toda a diferença:

Existem diversas maneiras de organizar o interior de uma loja ou comércio, e essas formas têm o poder de atrair, ou até de afastar as pessoas. Se o bom relacionamento com o público gera mais vendas, então investir no conforto e na capacidade de receber as pessoas será mais efetivo do que imagina.

Outro ponto que não pode ficar de fora, é a atualização do que já compõe o interior do seu comércio. Veja, por exemplo: uma loja de roupas relativamente nova possui 5 mostruários para os consumidores experimentarem as roupas. Com o tempo, a loja conquistou mais clientes e os mostruários não eram o suficiente. E para evitar a formação de filas que farão as pessoas perderem o interesse na loja, a melhor atitude é expandir e aumentar o número de mostruários.

Em certas situações não é preciso buscar algo novo, mas aperfeiçoar o que o seu comércio já tem!

 

As entregas também não ficam de fora:

Seja por meio online (com os apps) ou offline (com os atendimentos por telefone), as entregas trazem praticidade em qualquer compra. E analisando o momento atual, onde as entregas aumentaram exponencialmente, não há motivos para não tentar integrar um sistema de entrega nos comércios.

Está pensando em investir mais nos seus canais de venda, mas precisa de um crédito a mais? Então conte com o ISF! E se quiser ler mais sobre dicas e orientações sobre expansão, investimentos, créditos e empréstimos, é só clicar aqui.

 

Você sabe o momento certo para investir?

Investir as economias na empresa é um passo que deve ser muito bem analisado antes de ser colocado em prática. Por isso, você precisa organizar alguns critérios e seguir alguns passos que ajudem a evitar investimentos arriscados e que não tragam benefícios ao negócio.

Então, confira abaixo algumas dicas para você não se perder e saber como seguir com os seus investimentos.

 

Crie metas e planos para alcançá-las:

 

Antes de organizar as economias da empresa, você deve começar pelo mais básico. Então, crie uma meta de onde quer chegar, ou se preferir, liste algumas empresas que lideram o mesmo segmento em que o seu negócio se encontra e tenha estas empresas como um modelo de objetivo.

Depois que essa meta a longo prazo for traçada, você precisa planejar os passos que devem ser seguidos para encontrar o êxito empresarial que está buscando. Responder algumas questões podem ajudar a dimensionar melhor o que deve ser feito, como:

  • O espaço físico da empresa é o suficiente no momento?
  • Minha empresa suporta uma demanda maior que a atual?
  • O que eu ofereço já é o bastante, ou eu devo inovar e acrescentar às minhas vendas?
  • A localização onde estou é benéfica?
  • Como posso usar os fatores à minha volta a meu favor?

Nesse momento, todo questionamento é válido, então anote e atualize essa lista sempre que precisar.

 

Organize em ordem de prioridade:

 

De todos os passos que foram anotados anteriormente, alguns são mais urgentes, enquanto outros ainda podem ser adiados. Esse momento de organização é extremamente importante, pois deve ser analisado o que mais afeta negativamente a sua empresa, melhorias atuais e o que pode ser melhorado, mas que não com tanta urgência.

Essa organização é importante pois, é nela que os empreendedores conseguem evitar os investimentos que não trazem benefício algum.

Vamos a um exemplo: Joana é proprietária de uma padaria e ela gostaria de trocar o seu forno por um modelo mais novo e moderno. Esse forno consome o dobro de gás, porém, prepara o dobro de pães em menos tempo. Sem ter analisado antes, a Joana não percebeu que a demanda de pão não era grande o suficiente para realizar esse investimento. No fim, Joana tem um forno que quase a endividou e pães a mais que não são comprados.

Para que problemas como esse não aconteçam, você SEMPRE deve analisar a prioridade dos fatores.

Agora que você já entendeu a importância de organizar e analisar as metas, faça diferente da “Joana” e busque o seu diagnóstico empresarial com o ISF. Aproveite também, e leia mais artigos como esse clicando aqui.

Como aplicar as metas SMART na sua empresa?

Já não é novidade que um bom planejamento consegue trazer diversas vantagens para nós. Seja nas atividades do dia a dia, numa lista de compras ou no controle de gastos de uma empresa, todo planejamento deve ser sempre bem-vindo.

Com essa mesma ideia de organizar e trazer mais praticidade para nós, empreendedores, hoje falaremos das metas SMART. Basicamente, são 5 tipos de definições de metas: S (específica – em português), M (mensurável), A (atingível), R (relevante) e T (temporal).

Entenda como essas 5 metas são benéficas em uma empresa e como colocá-las em prática!

 

O que são as METAS SMART:

Funcionando como um tipo de check-list, cada uma das metas será verificada e avaliada se possui os requisitos para atingir o seu devido resultado.

 

S – Specific, ou específica: 

Para que uma meta seja alcançada, todos devem saber ESPECIFICAMENTE qual é o objetivo que será buscado. E não adianta traçar algo que possa ser redundante como “precisamos aumentar as vendas”. Para praticar o S, é preciso entender questões como: O que eu quero alcançar com essa meta? Quem será ou quem serão os responsáveis por ela? Onde ela será realizada? Como ela será conquistada? Por que ela deve ser seguida?

 

M — Measurable, ou mensurável:

Um fator que deve ser avaliado antes de colocar uma meta em prática, é mensurar os resultados que serão alcançados e avaliar se essa meta é realmente benéfica para a sua empresa.

Para uma meta ser mensurável, ela deve responder às questões: Qual é o resultado esperado? Quanto tempo será necessário para a equipe alcançar a meta?

Mensurar se esta ação realmente vai trazer um valor maior do que o habitual, então ela claramente é uma boa meta.

 

A — Attainable, ou atingível:

Não podemos esquecer que a meta estabelecida também deve ser atingível. Afinal, se uma empresa traça uma meta grande demais para ser alcançada, os profissionais serão sobrecarregados, brechas para riscos econômicos surgirão, e, mesmo se arriscando, a meta não será alcançada.

Portanto, antes de criar uma meta, é preciso avaliar os seguintes pontos: Com base no histórico, é possível atingir o objetivo traçado? Qual a opinião dos colaboradores? Eles acreditam que é possível?

 

R — Relevant, ou relevante:

Toda meta deve ser totalmente relevante para a empresa. Essa frase pode soar meio lógica demais, porém, quando uma meta não é de total relevância, logo ela não é uma prioridade. Nesse caso, é preciso saber se a meta realmente trará diferenciais, ou se será um grande esforço que não dará um retorno tão rentável quanto o pretendido.

 

T — Time based, ou temporal:

Por último, e não menos importante, temos o tempo que será determinado para o acontecimento de uma meta. Afinal, sem um período determinado, ela pode ser alcançada em 1 dia, 1 mês, 1 ano ou até mais.

Determinar se é uma meta de curto, médio ou longo prazo implica diretamente na decisão de todos os outros fatores do SMART citados anteriormente.

E então, você já conhecia as Metas SMART antes? Se já conhecia, conte para nós como elas beneficiam a sua empresa! E se você quer mais conteúdos sobre planejamento, segurança financeira e crédito orientado, é só clicar aqui.

3 setores de sucesso para investir em 2021

Desde a chegada da pandemia de COVID-19, acompanhamos a existência de dois fatores importantes para o mercado: a quantidade de pessoas que abriram o próprio negócio e os setores que se mantiveram firmes mesmo com tudo o que tem acontecido.

Seja para você, que quer estudar mais o mercado e abrir o próprio negócio, ou para você que busca setores em ascensão para investir, o ISF listou abaixo as áreas do mercado que estão firmes e fortes entre os consumidores.

 

Produtos veganos:

E começamos a listagem por eles, que já estavam mostrando o seu potencial há um tempo e mostraram-se ainda mais estáveis com a pandemia. Possuindo produtos inovadores na área alimentícia e cosmética, os produtos veganos estão cada vez mais sendo consumidos, por ajudarem os consumidores a adotar um novo estilo de vida.

Esse “novo modo de viver” baseia-se em não fazer uso dos produtos com origem animal (o mesmo vale para produtos testados em animais). Pode parecer simples, mas apenas o fato de não consumir carne diminui a produção das indústrias bovinas e suínas, que são responsáveis por pelo menos 50% dos gases lançados na atmosfera*.

Quanto mais o foco em ter uma vida que utiliza apenas produtos sustentáveis cresce, o setor vegano crescerá junto.

 

Aplicativos de entrega:

O isolamento que impede os consumidores de irem aos estabelecimentos deu força total para os aplicativos de entrega. Segundo o levantamento da AppsFlyer, as ferramentas de delivery de comida cresceram 78% entre os meses de Março e Abril de 2020*.

Esse setor pode ter algumas ondas altas e baixas, já que muitos consumidores, por estarem constantemente em casa, estão experimentando produzir por conta própria as refeições e alimentos que normalmente seriam pedidos em algum estabelecimento.

Mas como as entregas garantem muito mais praticidade e comodidade, é possível observar as encomendas se estendendo a vários produtos não alimentícios.

 

Setor imobiliário:

Um setor que é muito comum por ser lembrado como seguro é o setor imobiliário. E essa reputação pode crescer pelo fato de poder investir sem se arriscar com imóveis físicos.

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) são uma classe de ativos da renda variável, negociados em bolsa de valores, e que os cotistas são como acionistas, possuindo “partes” dos imóveis e outros investimentos que constituem o fundo, sendo uma das alternativas onde os investidores têm direito a participar dos resultados do fundo. Essa rentabilidade acontece pela valorização de cotas e distribuição de dividendos. Esse tipo de investimento agrada mais a quem busca por uma renda passiva.

Durante essa pandemia você pensou em abrir um negócio próprio ou em investir em algum setor que considerava promissor? Conte aqui nos  comentários  o que achou desses setores indicados! E se está planejando empreender, mas precisa de um crédito a mais, pode sempre contar com o ISF. 

Fontes*
https://bit.ly/365GpH7
https://bit.ly/3w8GGDN

5 cuidados importantes quando for fazer um empréstimo

Ideais para solucionar problemas com dívidas, os empréstimos conseguem auxiliar qualquer empresa em determinados momentos. Porém, algumas coisas devem ser avaliadas antes de pedir um empréstimo, ou então, esse serviço servirá como uma “faca de dois gumes”.

Então fique atento às dicas de hoje, não tenha mais dúvidas e nem arrisque o setor financeiro do seu negócio quando for pedir um empréstimo!

1 – O empréstimo será realmente necessário?

Como o empréstimo será pago em parcelas, e com acréscimo de juros, o motivo pelo qual ele será pedido, deve garantir um bom retorno de investimento. Caso contrário, as parcelas a serem pagas serão somente mais uma despesa no fim do mês.

Então avalie bem o que será investido, se terá um bom retorno, se é a hora certa para investir nisso, ou até, se há outras opções que podem ser consideradas com maior prioridade.

2 – Planeje como pagar as parcelas:

Assim como em todo bom planejamento, você deve ficar atento se a sua empresa poderá arcar com o custo das parcelas. Além do custo mensal, você também deve pensar e buscar outras soluções caso algum imprevisto aconteça.

Fundos e reservas para emergências são opções bem comuns, e efetivas, quando falamos de se preparar para imprevistos.

3 – Cuidado com quem você irá consultar:

É comum que, quando precisamos de um auxílio para pedir um empréstimo, as pessoas conversem logo com o gerente de seus bancos. Porém, não devemos esquecer que ele(a) trabalha para o banco, e isso quer dizer que: em algumas situações, serão oferecidas saídas que são viáveis, porém, mais benéficas ao banco do que para o seu negócio.

Mesmo tendo a função de te oferecer soluções, você pode pesquisar e buscar conhecer outras opções que o seu empreendimento pode recorrer.

4 – Não deixe de ler os contratos:

Antes de assinar um contrato, é sempre bom revisar e verificar se a parcela final não compromete a sua renda mensal. Outro ponto na leitura de contratos, é que você deve ficar atento às entrelinhas, afinal, em outras situações que levam contrato, você pode evitar fraudes ao ler atentamente o contrato.

5  – Faça uma simulação: 

Fazer uma simulação é a forma mais concreta e segura de compreender o quanto a solicitação de um empréstimo irá afetar a sua empresa. E para melhorar, você ainda consegue realizar a sua simulação online e grátis no site da ISF e fugir dos problemas comuns dos empréstimos. Nós entendemos a sua necessidade! 

Agora que você já sabe quais medidas tomar antes de um empréstimo, que tal fazer a sua simulação com a gente? Acesse o site, faça a sua simulação ou entre em contato com a nossa equipe clicando bem aqui!

Como as linhas de crédito ajudam a sua empresa?

Se você já ouviu falar sobre linhas de crédito, mas ficou meio na dúvida, então aproveite esse momento para entender como as linhas de crédito podem ser benéficas para o crescimento da sua empresa!

 

Afinal, o que são as linhas de crédito?

Primeiramente devemos entender que as linhas de crédito são um montante que pode ser disponibilizado por uma instituição financeira. Esse montante (valor em dinheiro) pode ser oferecido através de empréstimo ou financiamento para pessoas físicas ou jurídicas.

O uso desse recurso é semelhante ao cartão de crédito, já que este também possui um saldo rotativo. Então, quando todo o saldo, ou parte dele, é pago, o valor retorna para o seu limite máximo e fica à disposição para ser utilizado novamente.

 

E como isso ajuda pequenas empresas?

A maioria das pequenas empresas precisam de uma força a mais, seja para investir no seu crescimento e expansão, ou para ter uma estabilidade maior em relação a gastos e investimentos. É comum, também, que as linhas de crédito auxiliem quando algum imprevisto acontece.

 

Existe mais de uma categoria de linha de crédito?

No mercado, existem algumas alternativas que podem se enquadrar melhor na necessidade da sua empresa. Alguns exemplos de linhas de crédito são:

  • Empréstimo com garantia: quando o interessado apresenta um bem (como um imóvel ou veículo, por exemplo), à instituição financeira para assegurar o pagamento das parcelas;

 

  • Financiamentos: trata-se de um crédito cedido com uma finalidade específica e definida em contrato;

 

  • Crédito para capital de giro: este é feito para atender várias necessidades do fluxo de caixa das empresas, como: pagamento de salários, fornecedores, aluguel e etc.

 

  • Antecipação de recebíveis: permite que a empresa receba os lucros de forma antecipada. Geralmente utilizado quando ainda não existe um capital de giro;

 

  • Microcrédito: Por meio do microcrédito, cada empreendedor pode captar até 20.000 reais. Este modelo é destinado para MEIs e pessoas jurídicas.

 

E então, você acredita que as linhas de crédito ajudariam o seu negócio? Se gostou e quer saber mais detalhes ou conhecer mais linhas de crédito, entre em contato e converse com a nossa equipe!