Endomarketing: 5 regras para uma boa comunicação interna

Posicionamento no mercado e crescimento são alguns dos temas principais que abordamos aqui no blog. Na verdade, a nossa intenção é te ajudar a alcançar seus objetivos, estabelecendo sua empresa de forma bem-sucedida, mas é importante pontuar que para que o sucesso externo seja plenamente alcançado, o desenvolvimento interno de seu negócio é de suma importância.

Comunicação empresarial interna
(Foto: banco de imagens)

Assim, no post de hoje, vamos falar de Endomarketing. A palavra pode ser estranha, mas nada mais é do que ações de marketing voltadas para a empresa em si, com foco no ambiente empresarial e nos colaboradores.

O endomarketing busca estratégias que motive, aumente a produtividade e torne o ambiente saudável para seus funcionários. Todos esses elementos refletem no desempenho de sua empresa, uma vez que são seus colaboradores que carregam a camisa do seu negócio, são responsáveis pelo lucro, pelo contato com o cliente e por manter sua empresa funcionando para alcançar metas e objetivos.

No desenvolvimento das estratégias de endomarketing, o setor de Recursos Humanos tem grande participação pois é ele quem pode fornecer uma análise da equipe, com informações como perfil e comprometimento. Assim, o departamento de comunicação saberá a melhor forma de abordagem pra qualquer campanha interna.

Comunicação interna
(Foto: banco de imagens)

Bom, que criar ações de endomarketing traz diversos benefícios para a sua empresa ficou claro, mas como fazer isso? A gente traz cinco pontos importantes:

1- Canal de comunicação interna: é quase um SAC interno da empresa, onde o funcionário pode falar e receber uma resposta. Além disso, por meio desse canal, você pode passar informações importantes, conteúdos e notícias. Envolva-os no que está sendo feito na área de marketing e comunicação.

2- Desenvolva os funcionários dentro dos princípios da empresa: Missão, visão e valores não servem apenas para serem expostos,  precisam ser vivenciados no dia a dia do seu negócio. Escolha seu time pensando nessa identificação, para que eles realmente estejam motivado a querer chegar onde a sua empresa quer chegar. Esse também é um processo de mão dupla, então conheça seus colaboradores e qual a imagem que eles têm da empresa, pergunte o que pode ser melhorado, cuide pra que mudanças sejam feitas se necessário e seja sempre o exemplo dessa motivação.

3- Integre seus funcionários: promova palestras, exercícios em grupo e até happy hours, isso ajuda a manter o ambiente motivado e seu funcionário satisfeito.

4- Reconhecimento: esse talvez seja o principal ponto para um funcionário satisfeito e motivado, valorize o trabalho e dê benefícios. Criar Indicadores de desempenho para que os benefícios sejam justos, oferecer prêmios como ingressos para cinema ou ações que melhorem a qualidade de vida, são exemplos.

5- Para terminar é importante avaliar o ambiente, saber se está todas as ações estão dando resultado e, assim como deve ser feito com as estratégias de mercado, fazer mudanças se for necessário.

Melhore o ambiente de trabalho
(Foto: banco de imagens)

Enfim, ter um ambiente motivador e que promova a satisfação, traz pontos positivos para a saúde e a vida de seu funcionário, ao mesmo tempo que contribui para o crescimento de seu negócio. Para organizar essas ações, algumas ferramentas podem ser úteis, uma delas é a 5W2H, que já falamos aqui no blog.

Além dessas dicas, o ISF pode te ajudar como seu guia financeiro, auxiliando na melhor solução de crédito para colocar suas ações em prática. Entre em nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

Conheça uma maneira infalível de planejar ações na sua empresa

O nosso principal objetivo aqui no blog é trazer dicas úteis para empreendedores, para donos de empresa ou para quem planeja tirar seu negócio do papel. Nesse contexto, um dos pontos que não cansaremos de bater na tecla é o planejamento, e para te mostrar que esse item tão importante em uma empresa não é um bicho de sete cabeças hoje trazemos mais uma ferramenta para te auxiliar: o CICLO PDCA.

Planejando ações empresariais

O Ciclo PDCA é um método de gestão que controla ações de planejamento de forma contínua, por isso o “ciclo” no nome. Para começar a entender essa ferramenta, o primeiro passo é conhecer o significado da sigla formada por verbos que indicam as etapas de ação:

 

P de PLAN = planejar

D de DO = fazer, executar

C de CHECK = checar

A de ACTION = agir

 

  1. Planejar: esse é ponto de partida do ciclo e um dos mais importantes, pois é aqui que serão estabelecidos os objetivos e as ações para alcançá-los, além de estabelecer equipes e delegar funções. Assim, o plano deve ser bem elaborado, com base em informações e foco nos resultados que deseja alcançar.
  2. Executar: é hora de colocar tudo que foi planejado em ação seguindo o plano à risca, sem mudanças, pois mesmo possíveis erros são importantes para que o ciclo funcione e você vai entender o porquê nos próximos passos.
  3. Checar: é o momento de colher frutos e colocar tudo na mesa. Nesse passo, você deve comparar o plano e o resultado das ações, identificar os erros e quais pontos poderiam ter sido feitas de forma diferente.
  4. Agir: nessa “última” fase, os erros encontrados anteriormente são corrigidos e a partir disso é possível dar um novo início ao ciclo, retornando ao planejamento sem cometer os mesmos erros.

Então digamos que o dono de uma padaria queira diminuir os gastos mensais:

Ciclo PDCA

Basicamente, o Ciclo PDCA mostra que é sempre possível aperfeiçoar e desenvolver, continuamente, ações que já estão estabelecidas, mas para isso é necessário que o ciclo seja totalmente cumprido e de forma contínua. Além disso, você pode aliá-lo com outras ferramentas como a 5W2H, que já falamos aqui no blog.

Se, durante a execução de suas ações, você perceber que precisa de ajuda com os custos, o ISF também pode te auxiliar. Buscamos soluções de crédito justas e customizadas para a sua empresa, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

 

 

eSocial: O que sua empresa precisa saber sobre ele

Em 2014, o Governo Federal instituiu o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, ou seja, o eSocial. Basicamente, por meio desse sistema o empregador consegue ter uma relação direta com o Governo de forma simples, unificada e eletrônica.

Mas como o eSocial funciona? De maneira resumida, as empresas enviarão seus dados fiscais, previdenciários e trabalhistas para a plataforma do Governo. É importante lembrar que não são informações novas, são apenas dados com os quais a empresa já tem que lidar e que são enviados para diferentes órgãos como Caixa Federal e Ministério do Trabalho, mas a partir de agora terão um destino único.

O que é eSocial
(Foto:banco de imagens)

Para você ter uma ideia, com a implantação do sistema cerca de 15 obrigações passam a ser informadas em um lugar só:

  • GFIP  –  Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE –  Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD –  Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Quais os benefícios do eSocial? Para as empresas os benefícios estão diretamente ligados à praticidade e diminuição da burocracia das relações trabalhistas, de gastos e tempo, além de evitar alguns erros em cálculos que podem causar prejuízos. Para os trabalhadores, o sistema é mais um meio de garantir os direitos trabalhistas e previdenciários, já que as informações estão registradas de forma transparente.

E como cadastro minha empresa no eSocial? O sistema passou a valer em 2015, mas ainda com foco nas relações entre patrão e empregado doméstico. A partir de 2018, o eSocial passa a valer também para empresas e sua implementação segue um cronograma feito pelo Governo:

eSocial
(Foto: Portal do Governo)

Para se cadastrar no eSocial, basta acessar a plataforma.

Ficar atento a mudanças como essa é muito importante para o desenvolvimento da sua empresa e o ISF, além de ser o seu guia financeiro, também se preocupa com isso.

Acesse nossa plataforma e faça uma simulação: www.isfcredito.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

Os 3 grandes erros ao lidar com o capital de giro

Capital de giro é, basicamente, o dinheiro que circula dentro do negócio e  mantém uma empresa funcionando durante um período de tempo.

Por ser uma reserva de recursos, saber administrar o capital de giro é muito importante para a vida financeira do seu negócio. Assim, trazemos para você os 3 principais erros na hora de lidar com o capital de giro da sua empresa:

  1. Contar com dinheiro ainda não disponível: o dinheiro de contas a receber faz parte das entradas, mas ele não deve ser um elemento de grande importância nas contas para fechar o mês, já que imprevistos podem acontecer e essa quantia não entrar no caixa. Assim, não comprometa um dinheiro que ainda não tem em mãos.

    Como lidar com capital de giro
    (Foto: banco de imagens)
  2. Desequilíbrio de prazos: esse erro está ligado ao primeiro e consiste no fato de seus prazos de pagamento e de recebimento não terem um equilíbrio, ou seja, você concede um prazo maior aos seus clientes do que aquele que seus fornecedores dão a você. Assim, você não recebe, mas tem que pagar, o que causa um desequilíbrio no capital de giro. Para evitar isso, negocie os prazos.
  3. Estoque muito maior do que as vendas: manter o estoque em dia garante que sua empresa não tenha nenhum produto em falta e isso é bom. Entretanto, o problema nesse cenário é quando o volume no seu estoque é muito maior do que seu volume de vendas, isso faz com que as mercadorias fiquem paradas e, consequentemente, seu dinheiro também, além disso, quando o produto da sua empresa é perecível, o seu prejuízo pode ser grande. Assim, entenda o fluxo de vendas de sua empresa, calcule bem sua necessidade de estoque e pense antes de aproveitar o preço baixo de alguns produtos, pois, no final das contas, o barato pode sair caro.

    Capital de giro
    (Foto: banco de imagens)

Nesse contexto, alguns fatores podem te ajudar a lidar com a administração do capital de giro: o fluxo de caixa, que já falamos aqui no blog e te mostra as necessidades da sua empresa e o ISF Crédito que é seu guia financeiro e te auxilia encontrando a melhor solução de crédito para a sua empresa. Acesse nossa plataforma e faça uma simulação: www.isfcredito.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

5 passos para um planejamento estratégico de sucesso

Se você já tem uma empresa ou está pensando em abrir uma, deve ter em mente que uma das principais ações para manter um negócio é o planejamento. Planejar deve ser um ato constante na realidade de um empreendedor, então trazemos 5 dicas para você fazer um planejamento estratégico para o seu negócio.

1. Conheça sua realidade: para começar a planejar o futuro, primeiro atente-se ao presente, seja o seu ou o da sua empresa, se ela já existir. Considere a conjuntura política e econômica que o país vive, um fator que embora pareça bem distante, influencia, por exemplo, no valor dos impostos que você paga.

Planejamento estratégico
(Foto: banco de imagem)

2. Estabeleça metas: depois de conhecer o presente, podemos passar para o planejamento do futuro, então, liste as metas que sua empresa deseja e consegue alcançar. Pode parecer óbvio, mas é necessário estabelecer objetivos possíveis de serem atingidos. Outros fatores importantes desse passo é estipular prazos, também cabíveis, e designar os responsáveis por essas tarefas, assim você saberá a quem questionar o andamento e a finalização do que foi proposto.

3. Defina estratégias: com as metas estabelecidas é o momento de estipular as estratégias para que elas sejam alcançadas. Assim, por exemplo, se a meta da empresa é aumentar o faturamento em 70% até dezembro, sua estratégia pode ser investir em comunicação.

Criando um planejamento estratégico
(Foto: banco de imagens)

4. Determinar ações: a última parte do planejamento no papel é estabelecer as ações que corresponderão às estratégias definidas para então alcançar os objetivos esperados. Portanto, continuando com o nosso exemplo: se a meta da empresa é aumentar o faturamento em 70% até dezembro, sua estratégia pode ser investir em comunicação e uma das ações pode ser:  Promover seus produtos nas redes sociais.

5. Prática: com todos os passos planejados é hora de colocar tudo em prática, lembrando dos prazos e das responsabilidades e acompanhando de perto o desenvolvimento de cada ação. Além disso, esteja sempre aberto à possíveis mudanças já que mesmo planejando não é possível controlar todos os acontecimentos.

Ações estratégicas para seu negócio
(Foto: banco de imagens)

Além dessas dicas, o ISF pode te ajudar como seu guia financeiro, auxiliando na melhor solução de crédito para colocar suas ações em prática. Entre em nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

 

MEI e Simples Nacional: quais são os impostos?

Se uma das suas metas para 2018 é tirar seu negócio do papel e se tornar o seu próprio chefe, o ISF te ajuda com uma das questões que envolvem a abertura de uma empresa: os impostos.

Impostos MEI
(Foto: banco de imagens)

Atualmente, no Brasil, existem 93 tributos entre impostos, contribuições, taxas e contribuições de melhoria, e uma parte destes é direcionada aos empresários. Entretanto, desde 2007, donos de micro e pequenas empresas têm algumas facilidades nesse quesito, trata-se do Simples Nacional e do Micro Empreendedor Individual (MEI).

– Simples Nacional: é o regime tributário direcionado à micro e pequenas empresas que tenham um faturamento máximo de R$ 4,8 milhões por ano. Ao optar por esse sistema, o empresário passa a recolher todos os tributos de uma vez só, a partir do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), cujo valor é calculado por um sistema disponível no site do Simples Nacional.

Imposto simples nacional
(Foto: banco de imagens)

Um empreendedor no Simples Nacional faz o recolhimento dos seguintes impostos:

-Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)

-Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)

-Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

-Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)

-Contribuição para o PIS/Pasep

-Contribuição Patronal Previdenciária (CPP)

-Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)

-Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Um ponto importante é que, a partir do começo de 2018, entretanto, o governo federal estabeleceu que quando o faturamento da empresa exceder R$ 3.6 milhões ao ano (limite do Simples até 2017), impostos como ICMS e o ISS serão cobrados de forma separada.

Impostos para MEI e simples nacional
(Foto: banco de imagens)

-Micro empreendedor individual (MEI): como o próprio nome diz, o MEI é direcionado à empreendedores individuais, assim, para se encaixar nesse regime não é possível que a empresa tenha sócios ou que o empreendedor seja sócio de outra empresa. Além disso, é exigido que o negócio em questão tenha um faturamento anual de, no máximo, R$ 81mil.

Um dos principais benefícios do MEI é a isenção do pagamento de impostos federais, como PIS e IPI. Assim, é cobrado do empreendedor apenas:

-INSS

-ICMS

– ISS

Entretanto, caso  o empreendedor contrate funcionários, ele terá que pagar outros impostos.

Estes são algumas das cobranças que vão te acompanhar mensalmente. Entretanto, também é preciso ficar atento aos gastos diretamente relacionadas à abertura de uma empresa, seja ela pelo regime do Simples ou pelo MEI, como registro de marca, compra de instrumentos importantes para o seu negócio e até arcar com um espaço para colocar tudo em prática.

Nestes gastos, o ISF também pode te ajudar. Reúna suas despesas, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

Dicas infalíveis para sua empresa crescer corretamente

Um novo ano está começando e esta pode ser a oportunidade perfeita para você dar um novo passo com a sua empresa: CRESCER. Para alguns, essa palavra pode vir acompanhada de receio e um pé atrás, mas para um empreendedor, crescer significa inovar, expandir e melhorar.

Plano de crescimento
(Foto: banco de imagem)

O momento para crescer é um dos fatores mais importantes quando se pensa em expandir seu negócio. Geralmente, quando uma empresa vai bem, seu crescimento é espontâneo e o empresário percebe a demanda de necessidades como aumentar o número de funcionários, comprar mais máquinas, aumentar a produção ou expandir a estrutura de atendimento. Mas, como realizar tudo isso? Um Plano de crescimento pode te ajudar a organizar seus pensamentos para que seu negócio avance com responsabilidade e consciência.

Um Plano de Crescimento é como um raio-x da sua empresa, para fazê-lo você vai precisar analisar todos os elementos que compõem seu negócio:

– os financeiros, como lucro e despesas;

– os não financeiros, como funcionários, estrutura e sistemas.

Plano de crescimento
(Foto: banco de imagem)

Assim, você entenderá em qual ponto é necessário investir mais para crescer.

Outro item que merece atenção é o cenário externo, o mercado no qual sua empresa está inserida. Analisando-o as oportunidades e ameaças você consegue, por exemplo:

– traçar um futuro e saber qual caminho seu empreendimento vai percorrer;

– entender as mudanças e tendências de seu ramo de atuação,

– conhecer, também, seus concorrentes.

É importante lembrar que este é um documento idealizado para consulta interna e externa, ou seja, seu plano de crescimento é a esquematização de suas ideias, fonte de orientação para você e seus funcionário, além disso é com ele em mãos que você pode ir em busca de investimentos e espaço no mercado financeiro.

Plano de crescimento
(Foto: banco de imagem)

Neste contexto, também é importante se atentar a um fator crucial para crescer: os recursos, afinal tudo tem um custo e existem muitas opções no mercado para obter dinheiro. Após analisar o valor do investimento, caso você constate que precisa de crédito, o ISF Crédito te ajuda.

Podemos ser seu guia financeiro, nesse sentido não trabalhamos para o banco, somos parceiros deles e buscamos fazer a diferença com o cliente, direcionando-o para a opção que melhor se encaixa para sua realidade.

Esquematize todos os custos que a expansão da sua empresa vai requerer, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

Com tudo isso, o seu plano de Crescimento já começa a tomar forma. Entretanto, é preciso entender que ele não é um manual no qual sua empresa deve ficar estritamente presa ou que uma vez feito não pode ser alterado. O mercado é muito dinâmico e uma oportunidade que não estava no planejamento pode aparecer e ser favorável para seu negócio, por exemplo.

O plano de crescimento é um norte que te dá uma base para inovar, mudar e crescer. Bons negócios!