SWOT: Conheça bem o seu negócio e prospere

Tomar decisões no seu negócio não é fácil, mas um bom começo é pensar na sua situação atual: abrir um novo negócio ou investir no meu atual? Capital próprio ou crédito? Considerar os prós e contras, avaliar o impacto para as pessoas próximas e para o mercado, entre outros fatores. É basicamente isso que propõe a Matriz SWOT, uma ferramenta que te auxilia a entender como o seu negócio está inserido no mercado e a partir daí te ajudar a planejar ações.

Matriz SWOT ou Análise SWOT, é uma sigla em inglês formada pelas iniciais das palavras: Streights, Weaknesses, Opportunities e Threats. Ao ser traduzida para o português, a ferramenta ganhou a sigla de FOFA: Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças, que são os elementos analisados pela matriz.

Dentro da matriz, esses quatro itens são divididos em: pontos positivos (forças e oportunidades) e pontos negativos (fraquezas e ameaças), além de fatores internos da empresa (forças e fraquezas) e fatores externos (oportunidades e ameaças).

Matriz Swot
(Foto: ISF Crédito)

Assim, sua análise deve começar pelo preenchimento dos quadrinhos, sempre trabalhando com perspectivas realistas, para isso, é bom que você conte com o auxílio de outras pessoas também envolvidas no seu negócio. Então vamos supor que você está começando um negócio de confeitaria, depois de um tempo produzindo em casa. Para facilitar essa lista, transforme os quatro pontos em perguntas:

  1. Quais os pontos fortes do seu negócio? Aqui são itens internos que te dão um diferencial em relação aos seus concorrentes. Então, seguindo o exemplo, podemos considerar que você tem o know-how, uma clientela que te conhece e uma localização favorável para as vendas.
  2. Quais seus pontos fracos? Aqui também consideramos suas fraquezas internas, oportunidades de melhoria. Pode ser por exemplo: falta de capital próprio, necessidade de contratação, matéria-prima com alto custo, etc.
  3. Quais as oportunidades do seu negócio? Para responder, analise o mercado de forma realista e identifique pontos que realmente favoreçam seu negócio, no formato que ele está no presente. Assim, no exemplo da confeitaria, as oportunidades canalizadas principalmente em dois pilares: o primeiro deles é a busca por praticidade, com a rotina corrida é mais fácil encomendar os alimentos prontos do que fazê-los em casa. O segundo é a característica personalizada do trabalho, as encomendas são feitas a partir do que o cliente deseja, dentre tendências como Gourmetização dos alimentos, assim por diante.
  4. Quais ameaças seu negócio? Liste problemas enfrentados pelo seu negócio no mercado que ele está inserido, considere questões como ações da concorrência. No caso da confeitaria, a quantidade de empresas no mesmo ramo que possuem uma estrutura maior é um exemplo de ameaça. Outros fatores vão além da concorrência de setor, como o estilo de vida saudável que tem cada vez mais conquistado as pessoas e, mesmo que isso seja bom por motivos óbvios de saúde, de certa forma diminui o consumo de doces, o principal produto do negócio. Isso é válido também para buscar alternativas de eliminar algumas ameaças transformando em oportunidades.
Matriz Swot
(Foto: Banco de Imagens)

Com os pontos preenchidos, faça uma análise geral e cruze os pontos, ou seja, como minhas forças podem me ajudar a aproveitar as oportunidades do mercado? Minhas fraquezas atrapalham minhas oportunidades, o que eu posso fazer para evitar isso? Como evitar que minhas fraquezas aumentem minhas ameaças? Minhas forças podem me ajudar a diminuir minhas fraquezas?

A partir de todas essas respostas, você consegue montar um plano de ação, com estratégias para alcançar oportunidades, potencializar forças, diminuir fraquezas e evitar ameaças. Se você perceber que precisa de ajuda com os custos, o ISF também pode te auxiliar. Buscamos soluções de crédito justas e customizadas para a sua empresa, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

Endomarketing: 5 regras para uma boa comunicação interna

Posicionamento no mercado e crescimento são alguns dos temas principais que abordamos aqui no blog. Na verdade, a nossa intenção é te ajudar a alcançar seus objetivos, estabelecendo sua empresa de forma bem-sucedida, mas é importante pontuar que para que o sucesso externo seja plenamente alcançado, o desenvolvimento interno de seu negócio é de suma importância.

Comunicação empresarial interna
(Foto: banco de imagens)

Assim, no post de hoje, vamos falar de Endomarketing. A palavra pode ser estranha, mas nada mais é do que ações de marketing voltadas para a empresa em si, com foco no ambiente empresarial e nos colaboradores.

O endomarketing busca estratégias que motive, aumente a produtividade e torne o ambiente saudável para seus funcionários. Todos esses elementos refletem no desempenho de sua empresa, uma vez que são seus colaboradores que carregam a camisa do seu negócio, são responsáveis pelo lucro, pelo contato com o cliente e por manter sua empresa funcionando para alcançar metas e objetivos.

No desenvolvimento das estratégias de endomarketing, o setor de Recursos Humanos tem grande participação pois é ele quem pode fornecer uma análise da equipe, com informações como perfil e comprometimento. Assim, o departamento de comunicação saberá a melhor forma de abordagem pra qualquer campanha interna.

Comunicação interna
(Foto: banco de imagens)

Bom, que criar ações de endomarketing traz diversos benefícios para a sua empresa ficou claro, mas como fazer isso? A gente traz cinco pontos importantes:

1- Canal de comunicação interna: é quase um SAC interno da empresa, onde o funcionário pode falar e receber uma resposta. Além disso, por meio desse canal, você pode passar informações importantes, conteúdos e notícias. Envolva-os no que está sendo feito na área de marketing e comunicação.

2- Desenvolva os funcionários dentro dos princípios da empresa: Missão, visão e valores não servem apenas para serem expostos,  precisam ser vivenciados no dia a dia do seu negócio. Escolha seu time pensando nessa identificação, para que eles realmente estejam motivado a querer chegar onde a sua empresa quer chegar. Esse também é um processo de mão dupla, então conheça seus colaboradores e qual a imagem que eles têm da empresa, pergunte o que pode ser melhorado, cuide pra que mudanças sejam feitas se necessário e seja sempre o exemplo dessa motivação.

3- Integre seus funcionários: promova palestras, exercícios em grupo e até happy hours, isso ajuda a manter o ambiente motivado e seu funcionário satisfeito.

4- Reconhecimento: esse talvez seja o principal ponto para um funcionário satisfeito e motivado, valorize o trabalho e dê benefícios. Criar Indicadores de desempenho para que os benefícios sejam justos, oferecer prêmios como ingressos para cinema ou ações que melhorem a qualidade de vida, são exemplos.

5- Para terminar é importante avaliar o ambiente, saber se está todas as ações estão dando resultado e, assim como deve ser feito com as estratégias de mercado, fazer mudanças se for necessário.

Melhore o ambiente de trabalho
(Foto: banco de imagens)

Enfim, ter um ambiente motivador e que promova a satisfação, traz pontos positivos para a saúde e a vida de seu funcionário, ao mesmo tempo que contribui para o crescimento de seu negócio. Para organizar essas ações, algumas ferramentas podem ser úteis, uma delas é a 5W2H, que já falamos aqui no blog.

Além dessas dicas, o ISF pode te ajudar como seu guia financeiro, auxiliando na melhor solução de crédito para colocar suas ações em prática. Entre em nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

Simples Nacional: Governo estabelece regras para refinanciamento de dívidas

No dia 23 de abril de 2018, o governo regulamentou a lei que estabelece o refinanciamento e parcelamento das dívidas tributárias para micro e pequenas empresas cadastradas no Simples Nacional, o Refis para PMEs. Para serem beneficiadas pelo programa, as empresas têm até o dia 9 de julho para fazerem a adesão, seguindo o processo a ser estipulado pela Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda, estados e municípios.

Simples nacional
(Foto: Banco de imagens)

O texto divulgado pelo governo estabelece condições, por exemplo, o refinanciamento é voltado para empresas com débito no Simples Nacional até novembro de 2017 e só passa a ter o parcelamento válido após o pagamento de 5% da dívida, como entrada.

De forma resumida o programa vai funcionar da seguinte maneira:

  • Pagamento de 5% do valor da dívida corrigido pela taxa básica de juros, em até cinco parcelas, a partir do mês de adesão.
  • Os outros 95% poderão ser pagos:

Integralmente, com redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora e ainda 100% dos encargos legais;

Parcelado em até 145 vezes, com redução de 80% dos juros de mora, 50% das multas de mora e ainda 100% dos encargos legais;

Parcelado em até 175 vezes, com redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora e 100% dos encargos legais;

  • Microempreendedores individuais terão parcela mínima de R$50,00, já para as demais empresas o valor é a partir de R$300,00.

Se você se encaixa nas condições estipuladas pela lei, fique atento à data de adesão.  E, caso precise de crédito,  para organizar seu fluxo de caixa, o ISF também pode te ajudar. Reúna suas despesas, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Diário Oficial da União e Portal G1.

Burocracia: documentações necessárias para abrir um negócio

O Brasil é um dos países com maior burocracia no momento de abrir uma empresa, são muitos documentos e processos que podem confundir um empreendedor. É por isso que no post de hoje, trazemos uma lista das principais licenças que você vai precisar na hora de tirar sua empresa do papel.

Documentação empresa
(Foto: banco de imagens)

Com o plano da empresa em mãos, o primeiro passo é verificar junto à Prefeitura a disponibilidade de abrir o seu tipo de negócio na área que você planejou. Dependendo do seu ramo de atuação, o local no qual você pretende abrir o empreendimento não é o ideal ou não tem permissão para tal.

Outra consulta prévia é relacionada ao nome da empresa, verifique se ele já está registrado na Junta Comercial. Caso esteja disponível aproveite para registrá-lo, mas se ele já existir busque outra forma de identificação, mas não se esqueça de registrar na Junta Comercial. É nela também, que se obtém o Número de Identificação do Registro de Empresas (NIRE), que comprova, oficialmente, a existência da empresa.

Junto a esse processo existe também a abertura do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, o CNPJ, que é feita no sistema da Receita Federal .  Ainda nessa mesma linha de registros, são necessários realizar:

Inscrição Estadual: para empresas que comercializam produtos, licença que permite a circulação de mercadorias e é emitida na Secretaria da Fazenda estadual

Inscrição Municipal: destinada a para empresas que prestam serviços, ela autoriza a atividade dentro do município e é emitida pela Secretaria da Fazenda municipal.

Burocracia com documentos
(Foto: banco de dados)

Além de todos esses registros, você deve se atentar às licenças para, literalmente, abrir as portas do seu negócio. Alguns dos mais importantes são:

1 – Alvará de funcionamento: está associado a uma avaliação física, ou seja, ele aprova o funcionamento de seu empreendimento no local escolhido e sem esse documento a empresa não pode funcionar. A emissão desse documento é feita pela Prefeitura, que também fiscaliza os cumprimentos de regras.

2 – Registro ou Licença da Vigilância Sanitária: é um documento necessário a estabelecimentos cujo serviço, está direta ou indiretamente, associado à saúde. Em Uberlândia, essa licença é concedida pela Prefeitura Municipal que disponibiliza mais informações e orientações em seu site.

4 – Certificado de Conformidade do Corpo de Bombeiros: também conhecido como Alvará do Corpo de Bombeiros, é o documento que atesta a regularidade da instalação quanto às normas de prevenção e combate a incêndios. Sua emissão é feita pelo Corpo de Bombeiros.

Por fim, existem mais dois passos burocráticos necessários para a sua empresa: o cadastro da empresa e dos responsáveis na Previdência Social realizado em Agências da Previdência e o Aparato Fiscal, uma permissão para emitir notas fiscais que é dada pela Prefeitura ou, no caso de empresas relacionadas à indústria e ao comércio, pela Secretaria de Estado da Fazenda.

(Foto: Banco de imagens)

Sabemos que são muitos os documentos para se preocupar, por isso que quando o assunto é crédito e investir no seu negócio, o ISF é seu guia financeiro, uma preocupação a menos nesse processo para abrir um negócio. Acesse nossa plataforma online e faça uma simulação. Em caso de dúvidas entre em contato com nossos canais de atendimento.

Comprar ou alugar a sede da sua empresa?

Se você é um empreendedor e está prestes a tirar o seu negócio do papel, certamente, uma das centenas de questões que passaram pela sua cabeça foi: é melhor alugar ou comprar minha sede? Pois bem, no post de hoje trazemos os prós e os contras das duas opções, para te ajudar a tomar a sua decisão.

Comprar ou alugar a sede da sua empresa?
(Foto: banco de dados)

O primeiro passo para escolher entre alugar ou comprar a sua sede é ter uma visão geral e real da sua situação, conhecendo as possibilidades de gasto diante da quantia que você tem à disposição para investir. Com isso pensado, vamos aos prós e contras:

ALUGAR

Prós: O principal fator positivo em se alugar uma sede é a certeza de que você está aberto a experiências, ou seja, o seu negócio está começando, mesmo que tenha feito uma boa pesquisa de mercado, tudo pode acontecer se o seu negócio for novo para você e o público também. Caso aconteça que depois de um tempo você perceba que aquele lugar não é o ideal para o seu tipo de empresa e a melhor opção é mudar de localização,  o aluguel é mais fácil de ser desfeito do que a venda de um ponto.

Contra: Assim como o contrato de aluguel pode te ajudar quando a sua necessidade for se mudar, ele pode ser um fator negativo, pois você depende do locador e, nessa relação, algumas situações podem ser problemáticas, como o prazo do aluguel acabar e o locador não querer renovar, ou apenas aceitar a renovação diante de um aumento no valor das parcelas.

Escritório e empresa
(Foto: banco de imagens)

COMPRAR

Prós: Ao comprar um imóvel ele se torna um patrimônio da sua empresa, um investimento que está disponível para reformas que favoreçam o funcionamento do seu negócio, uma liberdade de mudanças que não ocorre quando se aluga um local. A busca de crédito para capital de giro ou investimentos no seu negócio nesse caso também é facilitada, sendo que os juros e  prazos de um empréstimo com imóvel em garantia são bem melhores (falamos mais sobre esse tipo de operação neste post).

Contra: Por ser um investimento, a compra da sua sede significa a imobilização de uma grande quantia de dinheiro, que pode ser usada para outras questões nesse começo de empresa, como, por exemplo, capital de giro, um elemento imprescindível.

Como dissemos antes, tudo depende da sua situação financeira, mas uma coisa você deve ter em mente: quanto menor for o investimento para que você valide o seu negócio, menor é o risco que você corre.

Comprar ou alugar
Foto: banco de imagens

Se mesmo assim, você ainda não souber qual opção escolher, então considere algumas dicas do ISF:

– Compre sua sede só quando o negócio já estiver maduro e você tiver certeza de que aquele é o ponto certo, por exemplo;

– Use seu capital próprio para o capital de giro no início, pois assim você consegue testar a operação;

– Quando você já tiver certeza do desenvolvimento do seu negócio e decidir comprar sua sede use o capital de terceiros, pois eles normalmente têm prazos longos, carência e o custo financeiro muito baixo;

– Um bom projeto é aquele que seu resultado paga a conta de seu financiamento.

Independente da sua escolha lembre-se que buscamos soluções de crédito justas e customizadas através de vários parceiros, então acesse nossa plataforma online e faça uma simulação. Em caso de dúvidas entre em contato com nossos canais de atendimento.

Conheça uma maneira infalível de planejar ações na sua empresa

O nosso principal objetivo aqui no blog é trazer dicas úteis para empreendedores, para donos de empresa ou para quem planeja tirar seu negócio do papel. Nesse contexto, um dos pontos que não cansaremos de bater na tecla é o planejamento, e para te mostrar que esse item tão importante em uma empresa não é um bicho de sete cabeças hoje trazemos mais uma ferramenta para te auxiliar: o CICLO PDCA.

Planejando ações empresariais

O Ciclo PDCA é um método de gestão que controla ações de planejamento de forma contínua, por isso o “ciclo” no nome. Para começar a entender essa ferramenta, o primeiro passo é conhecer o significado da sigla formada por verbos que indicam as etapas de ação:

 

P de PLAN = planejar

D de DO = fazer, executar

C de CHECK = checar

A de ACTION = agir

 

  1. Planejar: esse é ponto de partida do ciclo e um dos mais importantes, pois é aqui que serão estabelecidos os objetivos e as ações para alcançá-los, além de estabelecer equipes e delegar funções. Assim, o plano deve ser bem elaborado, com base em informações e foco nos resultados que deseja alcançar.
  2. Executar: é hora de colocar tudo que foi planejado em ação seguindo o plano à risca, sem mudanças, pois mesmo possíveis erros são importantes para que o ciclo funcione e você vai entender o porquê nos próximos passos.
  3. Checar: é o momento de colher frutos e colocar tudo na mesa. Nesse passo, você deve comparar o plano e o resultado das ações, identificar os erros e quais pontos poderiam ter sido feitas de forma diferente.
  4. Agir: nessa “última” fase, os erros encontrados anteriormente são corrigidos e a partir disso é possível dar um novo início ao ciclo, retornando ao planejamento sem cometer os mesmos erros.

Então digamos que o dono de uma padaria queira diminuir os gastos mensais:

Ciclo PDCA

Basicamente, o Ciclo PDCA mostra que é sempre possível aperfeiçoar e desenvolver, continuamente, ações que já estão estabelecidas, mas para isso é necessário que o ciclo seja totalmente cumprido e de forma contínua. Além disso, você pode aliá-lo com outras ferramentas como a 5W2H, que já falamos aqui no blog.

Se, durante a execução de suas ações, você perceber que precisa de ajuda com os custos, o ISF também pode te auxiliar. Buscamos soluções de crédito justas e customizadas para a sua empresa, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

 

 

eSocial: O que sua empresa precisa saber sobre ele

Em 2014, o Governo Federal instituiu o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, ou seja, o eSocial. Basicamente, por meio desse sistema o empregador consegue ter uma relação direta com o Governo de forma simples, unificada e eletrônica.

Mas como o eSocial funciona? De maneira resumida, as empresas enviarão seus dados fiscais, previdenciários e trabalhistas para a plataforma do Governo. É importante lembrar que não são informações novas, são apenas dados com os quais a empresa já tem que lidar e que são enviados para diferentes órgãos como Caixa Federal e Ministério do Trabalho, mas a partir de agora terão um destino único.

O que é eSocial
(Foto:banco de imagens)

Para você ter uma ideia, com a implantação do sistema cerca de 15 obrigações passam a ser informadas em um lugar só:

  • GFIP  –  Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE –  Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD –  Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Quais os benefícios do eSocial? Para as empresas os benefícios estão diretamente ligados à praticidade e diminuição da burocracia das relações trabalhistas, de gastos e tempo, além de evitar alguns erros em cálculos que podem causar prejuízos. Para os trabalhadores, o sistema é mais um meio de garantir os direitos trabalhistas e previdenciários, já que as informações estão registradas de forma transparente.

E como cadastro minha empresa no eSocial? O sistema passou a valer em 2015, mas ainda com foco nas relações entre patrão e empregado doméstico. A partir de 2018, o eSocial passa a valer também para empresas e sua implementação segue um cronograma feito pelo Governo:

eSocial
(Foto: Portal do Governo)

Para se cadastrar no eSocial, basta acessar a plataforma.

Ficar atento a mudanças como essa é muito importante para o desenvolvimento da sua empresa e o ISF, além de ser o seu guia financeiro, também se preocupa com isso.

Acesse nossa plataforma e faça uma simulação: www.isfcredito.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

Os 3 grandes erros ao lidar com o capital de giro

Capital de giro é, basicamente, o dinheiro que circula dentro do negócio e  mantém uma empresa funcionando durante um período de tempo.

Por ser uma reserva de recursos, saber administrar o capital de giro é muito importante para a vida financeira do seu negócio. Assim, trazemos para você os 3 principais erros na hora de lidar com o capital de giro da sua empresa:

  1. Contar com dinheiro ainda não disponível: o dinheiro de contas a receber faz parte das entradas, mas ele não deve ser um elemento de grande importância nas contas para fechar o mês, já que imprevistos podem acontecer e essa quantia não entrar no caixa. Assim, não comprometa um dinheiro que ainda não tem em mãos.

    Como lidar com capital de giro
    (Foto: banco de imagens)
  2. Desequilíbrio de prazos: esse erro está ligado ao primeiro e consiste no fato de seus prazos de pagamento e de recebimento não terem um equilíbrio, ou seja, você concede um prazo maior aos seus clientes do que aquele que seus fornecedores dão a você. Assim, você não recebe, mas tem que pagar, o que causa um desequilíbrio no capital de giro. Para evitar isso, negocie os prazos.
  3. Estoque muito maior do que as vendas: manter o estoque em dia garante que sua empresa não tenha nenhum produto em falta e isso é bom. Entretanto, o problema nesse cenário é quando o volume no seu estoque é muito maior do que seu volume de vendas, isso faz com que as mercadorias fiquem paradas e, consequentemente, seu dinheiro também, além disso, quando o produto da sua empresa é perecível, o seu prejuízo pode ser grande. Assim, entenda o fluxo de vendas de sua empresa, calcule bem sua necessidade de estoque e pense antes de aproveitar o preço baixo de alguns produtos, pois, no final das contas, o barato pode sair caro.

    Capital de giro
    (Foto: banco de imagens)

Nesse contexto, alguns fatores podem te ajudar a lidar com a administração do capital de giro: o fluxo de caixa, que já falamos aqui no blog e te mostra as necessidades da sua empresa e o ISF Crédito que é seu guia financeiro e te auxilia encontrando a melhor solução de crédito para a sua empresa. Acesse nossa plataforma e faça uma simulação: www.isfcredito.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.

Aprenda uma forma incrível de organizar sua empresa

Já falamos muito sobre a importância de planejar, pensar estrategicamente e delegar tarefas aqui no blog. Hoje trazemos uma ferramenta que pode te ajudar a organizar tudo isso: a 5W2H. A sigla pode parecer estranha, mas nada mais é do que um sistema de perguntas em inglês:

Ferramente 5W2H

Trazendo-as para o português, utilizamos as seguintes perguntas:

Ferramenta 5W2H

A 5W2H é uma ferramenta muito versátil, pode ser utilizada para planejar cada detalhe da sua empresa, desde eventos à fluxos de trabalho. Sabendo o que significa, vamos para a aplicação dessa ferramenta. O primeiro passo é estabelecer a ação ou objetivo que deseja atingir e a partir disso lhe fazer as perguntas.

Então, digamos que você tem uma marca de roupas e o objetivo da sua empresa é lançar uma nova coleção de roupas, você terá várias ações à realizar até o lançamento, assim, cite cada uma delas com detalhes:

 

Ferramenta 5W2H

O ideal é que logo após a utilização dessa ferramenta seja feito um cronograma das ações com o período a serem realizadas. Através de uma planilha simples, você consegue deixar tudo mais claro para todos os envolvidos no projeto. Ex:

Ferramenta 5W2H

Como você viu, a 5W2H é uma ferramenta muito simples, mas que surte um grande efeito na sua empresa, caso ela já exista, ou te ajuda a tirar o negócio do papel. Isso acontece porque esse método proporciona um planejamento claro e eficaz, evitando dúvidas e perda de tempo e recursos ao longo do caminho, por exemplo.

Se, ao colocar seus planos na ferramenta, você perceber que precisa de ajuda com os custos, o ISF também pode te auxiliar. Reúna seu orçamento, acesse nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.

5 passos para um planejamento estratégico de sucesso

Se você já tem uma empresa ou está pensando em abrir uma, deve ter em mente que uma das principais ações para manter um negócio é o planejamento. Planejar deve ser um ato constante na realidade de um empreendedor, então trazemos 5 dicas para você fazer um planejamento estratégico para o seu negócio.

1. Conheça sua realidade: para começar a planejar o futuro, primeiro atente-se ao presente, seja o seu ou o da sua empresa, se ela já existir. Considere a conjuntura política e econômica que o país vive, um fator que embora pareça bem distante, influencia, por exemplo, no valor dos impostos que você paga.

Planejamento estratégico
(Foto: banco de imagem)

2. Estabeleça metas: depois de conhecer o presente, podemos passar para o planejamento do futuro, então, liste as metas que sua empresa deseja e consegue alcançar. Pode parecer óbvio, mas é necessário estabelecer objetivos possíveis de serem atingidos. Outros fatores importantes desse passo é estipular prazos, também cabíveis, e designar os responsáveis por essas tarefas, assim você saberá a quem questionar o andamento e a finalização do que foi proposto.

3. Defina estratégias: com as metas estabelecidas é o momento de estipular as estratégias para que elas sejam alcançadas. Assim, por exemplo, se a meta da empresa é aumentar o faturamento em 70% até dezembro, sua estratégia pode ser investir em comunicação.

Criando um planejamento estratégico
(Foto: banco de imagens)

4. Determinar ações: a última parte do planejamento no papel é estabelecer as ações que corresponderão às estratégias definidas para então alcançar os objetivos esperados. Portanto, continuando com o nosso exemplo: se a meta da empresa é aumentar o faturamento em 70% até dezembro, sua estratégia pode ser investir em comunicação e uma das ações pode ser:  Promover seus produtos nas redes sociais.

5. Prática: com todos os passos planejados é hora de colocar tudo em prática, lembrando dos prazos e das responsabilidades e acompanhando de perto o desenvolvimento de cada ação. Além disso, esteja sempre aberto à possíveis mudanças já que mesmo planejando não é possível controlar todos os acontecimentos.

Ações estratégicas para seu negócio
(Foto: banco de imagens)

Além dessas dicas, o ISF pode te ajudar como seu guia financeiro, auxiliando na melhor solução de crédito para colocar suas ações em prática. Entre em nossa plataforma e faça uma simulação. Em caso de dúvidas, entre em contato com nossos canais de atendimento.